sábado, 18 de julho de 2009

Vagar

Aqui estou, sentado num banco, a olhar pela vidraça a chuva cair límpida e o vento lá fora parece não ter direção. Meus pensamentos parecem voar sem rumo junto a ele. Cada pessoa que passa na rua... o que será que estão pensando? Que histórias e segredos tem? Rostos que nunca vi e certamente não verei novamente. Uma coisa aqui dentro de mim me faz sorrir. De repente ela me vem a cabeça. Será que ela pensa em mim? Nossa!!! A nossa música parece que posso ouvir agora!
A vejo chegar molhada da chuva, de blusa vermelha, aquela que eu gostava, chinelos de dedo e...um sorriso que faz meu olhos brilharem.
Mas sou acordado instanteneamente do meu vagar por um homem a gritar na chuva!
Você não está! nunca estará.
ah, sim! Essa nunca irá embora: saudade.

2 comentários:

Rodrigo disse...

Muito lindo o texto!!
confesso que demorei para entender...
rsrsrs
parabéns

Ana disse...

oi pri! Legal o texto. Dá até pra imaginar a cena que descreve.Nada como um dia de chuva.

bjs

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